16 mar

Imprensa: Ex-dono do Banco Santos faz queixa contra administrador de massa falida

Paulo Justus – O Globo

SÃO PAULO — O ex-banqueiro Edemar Cid Ferreira apresentou na última sexta-feira ao Ministério Público duas petições contra o administrador da massa falida do Banco Santos, Vânio Aguiar. Os documentos acusam Aguiar de não prestar contas da massa falida e retirar documentos de maneira irregular da mansão do ex-banqueiro, em São Paulo. Apesar da linguagem contundente, os documentos não constituem ação judicial e representam um pedido de tomada de providências por parte do poder público, de acordo com o advogado de Ferreira, Arnaldo Malheiros.

Em uma das petições, endereçada à promotora de Justiça Sandra Rodrigues de Oliveira, junto ao Grupo de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), o ex-banqueiro acusa Aguiar de ter levado bens pessoais da mansão onde residia — entre computadores, um talão de cheque e R$ 11 mil em espécie.

— Em 2007, ele (Aguiar) retirou todos os meus documentos pessoais, mais de 12 computadores e dinheiro. Em 2011, quando foi nomeado fiel depositário do despejo entrou na casa e retirou de novo todos os computadores. Nesse período levou os 10 computadores que repusemos e todos os documentos que tinha colecionado desde 2007 até 2011 — disse Edemar, que recorre em liberdade da condenação, em 2006, a 21 anos de prisão por crimes financeiros, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. + Leia Mais

12 mar

Imprensa: Administrador do Banco Santos é alvo de representação criminal no MP

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Segue matéria publicada no portal R7 Hoje, dia 12/03/2012 às 12h40:

O ex-banqueiro Edemar Cid Ferreira protocolou na sexta-feira (9/3) duas petições criminais contra Vânio Aguiar, administrador judicial da massa falida do Banco Santos. Nelas, o economista reclama que o contador entrou em sua residência sem mandado judicial, levando documentos e computadores pessoais, e também questiona os trabalhos do promotor responsável por fiscalizar os trabalhos. A defesa pede a propositura de uma Ação Penal por acusação de abuso de autoridade.

Uma das petições é endereçada à promotora de Justiça Sandra Rodrigues de Oliveira, junto ao Grupo de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco). A outra é dirigida ao promotor de Justiça Eronides Aparecido Rodrigues dos Santos, que acompanha a falência do Banco Santos, na 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais. De acordo com a acusação, Aguiar deixou de prestar contas à Receita Federal de todos os movimentos de ativos e passivos anualmente.

Essa não é a primeira vez que a defesa de Cid Ferreira reclama da promotoria. Em novembro de 2011, pediu à Procuradora-Geral de Justiça o afastamento do promotor de Justiça, Eronides Rodrigues dos Santos, e a destituição do administrador da massa falida, Vânio Aguiar, do processo de falência do Banco Santos. Para o ex-banqueiro, o promotor que atua no processo permaneceu “inerte” diante de ações de Aguiar, que teria feito “acordos prejudiciais à massa falida”, como noticiou a Consultor Jurídico.

Em petição endereçada ao promotor Eronides Aparecido Rodrigues dos Santos, o advogado Arnaldo Malheiros Filho diz que até hoje Aguiar “não publicou as declarações anuais de ajuste da instituição financeira falida, conforme determina a legislação e a regulamentação relevante”. Segundo o advogado, “qualquer administrador de sociedade anônima sabe da necessidade e obrigatoriedade da publicação periódica da declaração anual de ajuste e seus resultados para entrega à Receita Federal”. + Leia Mais

2 fev

Imprensa: Sem mais descontos no Banco Santos

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Segue matéria publicada pelo site Brasil 247, importante jornal de notícias, no dia 13 de Agosto de 2011:

GRANDES DEVEDORES DO EX-BANQUEIRO EDEMAR CID FERREIRA (À ESQ.), COMO OS GRUPOS ODEBRECHT E CR ALMEIDA, VINHAM OBTENDO DESCONTOS DE ATÉ 75%, CONCEDIDOS PELO ADMINISTRO DA MASSA FALIDA VÂNIO AGUIAR (À DIR.); AGORA, A JUSTIÇA DEU UM BASTA 

Fernando Porfírio _247 – A Justiça de São Paulo determinou a suspensão de novos acordos entre o administrador da massa falida do Banco Santos, Vânio Aguiar, e devedores do banco que foi comandado por Edemar Cid Ferreira. A decisão é provisória, mas estanca a aplicação de deságios que chegam a 75% do valor da dívida.

A medida tomada pelo desembargador Araldo Telles, do Tribunal de Justiça de São Paulo, atende pedido de um grupo de credores do Banco Santos. O desembargador entendeu que há o perigo dos acordos causarem grave lesão aos credores do banco falido. + Leia Mais

1 fev

Imprensa: Justiça enquadra interventor do Banco Santos, agora ex-depositário da mansão de Edemar Cid Ferreira

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Segue matéria publicada pelo site Ucho.Info, importante jornal de notícias, no dia 13 de Agosto de 2011:

Fim da farra – Reviravolta no caso do Banco Santos. Por decisão da Justiça paulista, que acolheu pedido da promotora Sandra Rodrigues Oliveira, do Gaeco, o depositário fiel da mansão da qual o ex-banqueiro Edemar Cid Ferreira foi despejado há dias foi substituído.

No documento enviado ao juiz Régis Rodrigues Bonvicino, a promotora, que requereu a substituição imediata de Vânio Aguiar, descreveu as inúmeras transgressões cometidas pelo então depositário fiel do imóvel. “As graves irregularidades noticiadas pelo ex-funcionário da segurança da residência da Rua Gália (251 pessoas transitando pela casa, falta de revista de todas as pessoas, consumo de vinhos da casa, etc) tornam insustentável a permanência de Vânio Aguiar na função de depositário da casa. Pela destituição, pois. Dessa forma, Aguiar dependerá de autorização do juízo para adentrar na casa”, destacou a promotora no pedido encaminhado à Justiça.

Nomeado pelo Banco Central para atuar como interventor do Banco Santos, Vânio Aguiar tornou-se o principal desafeto de Edemar Cid Ferreira, que tenta provar na Justiça através de perícia contábil que o caixa da instituição financeira, por ocasião da intervenção, era positivo. Na condição de depositário fiel da elegante residência fincada no bairro de Cidade Jardim, na Zona Sul paulistana, Vânio Aguiar não apenas ignorou a boa conduta como preposto da Justiça, mas escapou de ser preso, como prevê a legislação no caso de descumprimento de ordem judicial.

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31 jan

Imprensa: Panamericano: o que Silvio Santos fez que Edemar Cid Ferreira não soube fazer?

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Segue matéria publicada pelo site Ucho.Info, importante jornal de notícias, no dia 17 de Março de 2011:

Mal contado – Abafar investigações tornou-se a especialidade da maioria dos parlamentares que frequentam o Congresso Nacional. Depois da vergonhosa movimentação de bastidor que sufocou a tentativa de criação de uma CPI para investigar assuntos relacionados à Copa de 2014, parlamentares da base aliada impediram a convocação dos envolvidos no escândalo do Banco Panamericano, que até outro dia integrava o patrimônio do apresentador Silvio Santos e frequentava a seara o campo do inexplicável.

Deputado federal pelo PPS de São Paulo, Arnaldo Jardim protocolou na Comissão de Finanças e Tributação um requerimento para ouvir representantes dos bancos Panamericano e BTG, a fim de que os mesmos explicassem uma transação que ainda não foi assimilada pelos brasileiros que desconhecem as mágicas do universo financeiro. Iniciativa idêntica teve o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB), que teve sua proposta rejeitada na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal.

“A movimentação [pela não aprovação do pedido] ficou evidente assim como aconteceu no Senado, quando da rejeição da proposta de realização de audiência pública para debater o mesmo assunto”, declarou o deputado Arnaldo Jardim, ao se referir ao requerimento do senador Aloysio Nunes, foi derrubado também pela base aliada na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado.

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16 dez

Catálogo: Brasil in Venezia

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A Bienal de Veneza, criada no final do século XIX, em 1895, é a mais antiga e importante mostra de artes plásticas do mundo. A Bienal de São Paulo, criada em 1951, é um espelho dela. Hoje existem diversas bienais espalhadas pelos cinco continentes.

Na 49º edição da Bienal de Veneza, por um acordo entre a Fundação Bienal de São Paulo e a BrasilConnects, um novo nome da Associação Brasil+500 e o Brasil U.S.Council, tivemos o orgulho de levar àquela cidade cinco exibições da arte brasileira com a curadoria geral do italiano Germano Celant. A cidade ficou tomada pelos artistas brasileiros: Vik Muniz, Ernesto Neto, Miguel do Rio Branco e Tunga. Os dois primeiros tiveram seus trabalhos expostos no Pavilhão Brasileiro no Giardini Del Castello e também no térreo do Palazzo Fortuny . Miguel do Rio Branco teve uma foto colada em um estandarte de nove metros de comprimento por cinco de altura defronte o Museu Peggy Guggenheim, debruçado ao Grande Canal da Cidade. Todos que estavam em Veneza obrigatoriamente passaram e viram a grandiosa obra. Nesse mesmo Museu foi inaugurada uma escultura doada do artista Tunga. Hoje ela brilha entre esculturas de Giacometti, Henry Moore, Picasso, Dali, etc.

Mais outros dois acontecimentos culturais ocorreram simultaneamente. A exposição de Carmen Miranda e o Carnaval Brasileiro, no andar superior Palazzo Fortuny com a curadoria dos carnavalesco cariocas Rosa Magalhães e Antonio Sergio Ribeiro. Na igreja de San Giacomo dall’Orio, com a curadoria de João Marino, a exposição dos Santos Barrocos Pretos. + Leia Mais

14 dez

A História do Banco Santos – Parte VIII

Edemar Cid Ferreira processa BCB e Vânio Aguiar

Em 20 de janeiro de 2007 os advogados Sérgio Bermudes, Ricardo Tepedino e Eduardo Pecoraro entram com uma ação ordinária perante o Juiz Federal da Vara da Seção Judiciária de São Paulo em nome de Edemar Cid Ferreira e da “E – Financial Tecnologia e Serviços Ltda.” contra o Banco Central do Brasil e contra Vânio César Pickler Aguiar, pretendendo o ressarcimento dos prejuízos decorrentes da intervenção que o BACEN impôs a E – Financial a pedido de Vânio Aguiar.

Os advogados citados colocam também a legitimidade de estar no pólo ativo desta ação Edemar Cid Ferreira, como acionista controlador com 99,99% do capital social da Procid que, por sua vez, detém 97,23% da E- Financial. + Leia Mais

12 dez

Clovis: Um Bulldog Feliz

Caro amigão Clovis,

No dia 10 de janeiro, nossa família foi injustamente expulsa de nossa casa na Rua Gália 120, onde vivíamos há 23 anos.  Foi uma saída pacífica, mas inesperada. Não imaginávamos que isso pudesse acontecer no Brasil.  Sempre soube, que nossa casa é nosso lar, indevassável, inviolável, nossa fortaleza, seja ela  uma choupana ou um castelo. É na residência  que criamos a família, nossos filhos,  animais que muito queremos. É nosso refúgio, nossa ilha, onde somente nós temos o poder. Você Clovis  , nosso querido Buldogue, que lá foi criado e viveu por mais de dez anos, também foi expulso.

Naquele trágico dia, nós saímos com a roupa do corpo.  Marcia, minha mulher e sua amiga, estava na praia, nossos filhos viajando , eu indo para um hotel e Você ficou com o Joelmo, seu grande amigo e com o qual V. passava as noites na sala da segurança. Você percebeu que algo de errado estava acontecendo.

Não deu outra. O Vanio Aguiar, de lamentáveis e criminosas atitudes, Administrador da massa falida do Banco Santos  e das empresas Atalanta, Hayles e outras, foi designado pelo Juiz de Pinheiros como Administrador Fiel da Casa. O que fez: chamou a imprensa, mandou colocar V. do lado de fora da porta da garagem e mandou fotografá-lo e filmá-lo. Você batia com a  cabeça na porta, querendo entrar. Você sabia que estava sendo usado. + Leia Mais

9 dez

Catálogo: Joaquim Torres Garcia, o incêndio do MAM-RIO, retorno ao Brasil

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A Pinacoteca de São Paulo está fazendo uma exposição do famoso artista uruguaio Joaquim Torres Garcia que ficará aberta até fevereiro de 2012. Vale a pena ser visitada.

Em 1978 ocorreu um terrível incêndio no Museu de Arte Moderna – MAM do Rio de Janeiro. Naquele momento, estavam sendo expostas 80 obras da fase construtiva (1927-44) do Torres Garcia que foram destruídas . Quarenta minutos de incêndio destruíram o acervo do Museu. Duas telas de Picasso, duas de Miró e centenas de obras de artistas brasileiras viraram cinzas, conforme depoimentos registrados por Sheila Machado.

A partir dessa data criou-se um distanciamento e questionamentos dos colecionadores uruguaios sobre os cuidados dos brasileiros com obras de arte. Com razão, pelas informações, o vigia do Museu percebeu que o segundo andar do salão de exposições estava em chamas por volta das 3h25m da madrugada, mas não pode fazer nada: o extintor estava quebrado. Os bombeiros demoraram a chegar e o trabalho ainda foi prejudicado pela falta de água. Só restaram 50 peças das mais de mil que estavam no museu. De Torres Garcia não restou nenhuma. + Leia Mais

9 dez

Catálogo – Arte: Evolução ou Revolução? A Primeira Descoberta da América

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A Mostra do Redescobrimento, promovida para celebrar as comemorações da descoberta do Brasil, realizada no parque do Ibirapuera em 2000, nos deu a oportunidade de mostrar todo percurso da arte brasileira desde arte pré-histórica até a arte contemporânea.

Assim, conseguimos, com a reunião de mais de uma dezena de catálogos, montar uma verdadeira enciclopédia sobre a arte brasileira, que acabou por preencher uma lacuna na bibliografia nacional.

O que talvez seja o primeiro livro dessa coleção se chama: Arte: Evolução ou Revolução? A Primeira Descoberta da América.

Este módulo retrata o surgimento da humanidade, as descobertas sobre os primitivos habitantes do Brasil, as diversas hipóteses sobre os movimento imigratórios dos primatas, as primeiras manifestações artísticas que mostram a criatividade e a capacidade de expressão simbólica desse período. + Leia Mais